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FundMed promove 2ª Semana da Saúde Mental e reúne mais de 700 participantes em evento online gratuito

Publicado em 24.09.2025

De 15 a 17 de setembro, a FundMed realizou a 2ª Semana da Saúde Mental, um evento online e gratuito alinhado ao movimento Setembro Amarelo, de valorização da vida e prevenção ao suicídio. A programação reuniu especialistas renomados, atraiu mais de 700 participantes nos três dias e contou com 7 horas de palestras e debates ao vivo sobre temas atuais relacionados ao bem-estar, autocuidado e desafios contemporâneos da saúde mental.

A abertura do evento foi realizada pelo presidente da FundMed, professor Ricardo Xavier, que destacou a importância de debater a saúde mental de forma contínua e proativa, lembrando que mais de um quarto da população enfrentará algum transtorno mental significativo ao longo da vida.

📺 Para quem não pôde acompanhar ao vivo ou deseja rever os conteúdos, assista às palestras completas na playlist da Semana da Saúde Mental em nosso canal do YouTube.

📎 Clique aqui para acessar as apresentações dos palestrantes.

 

Temas em destaque na 2ª Semana da Saúde Mental

Durante o evento, os palestrantes abordaram assuntos de grande relevância:

  • Depressão e estilo de vida: como hábitos saudáveis influenciam no tratamento;
  • Uso excessivo de telas: impactos na saúde mental, criatividade e relacionamentos;
  • Prevenção e cuidado contínuo: estratégias práticas para manter a saúde mental;
  • Burnout no trabalho: causas, consequências e formas de enfrentamento.

Programação exclusiva para colaboradores FundMed

Além da programação aberta ao público, a FundMed promoveu, no turno da tarde, um programa especial dedicado exclusivamente a seus colaboradores. As atividades foram voltadas ao tema central do evento e ao incentivo do autocuidado, incluindo palestras como “Olhar para dentro: autoconhecimento como cuidado com a mente”, “Saúde integral: mente, corpo e finanças” e “Quem cuida também precisa de cuidado: saúde mental em foco”, além de uma atividade surpresa de descompressão, que foram sessões de massagem para todos os colaboradores.


 

🟠 Palestra 1: Intervenções de estilo de vida no tratamento da depressão e promoção da saúde mental – Profª. Márcia Kauer Sant’Anna

Iniciando a programação aberta ao público geral, a psquiatra e professora Márcia Kauer Sant’Anna apresentou a palestra “Intervenções de estilo de vida no tratamento da depressão e promoção da saúde mental”.

A palestrante ressaltou que a depressão é altamente prevalente, afetando cerca de 20% da população, e que aproximadamente 50% dos pacientes não respondem ao primeiro tratamento medicamentoso. Por isso, enfatizou a relevância de intervenções não farmacológicas, especialmente em casos leves, lembrando que “mudanças de estilo de vida são o primeiro passo no tratamento da depressão.”

Entre os pontos discutidos, destacou a relação entre sono e depressão, a importância da qualidade do sono, da alimentação saudável e da prática regular de atividade física: “O exercício físico regular pode ter um impacto tão significativo na saúde mental quanto alguns medicamentos.” Segundo a professora, treinos quase diários trazem mais resultados do que poucas sessões semanais, e tanto exercícios aeróbicos quanto de força contribuem para o bem-estar.

Outro aspecto fundamental abordado foi a rotina organizada, pois “ter uma rotina organizada é crucial, pois isso influencia diretamente no nosso sono e bem-estar”. Ela explicou ainda que problemas de sono podem antecipar recaídas e que a dieta mediterrânea, rica em frutas, verduras e peixes, é uma das mais recomendadas para apoiar a saúde mental.

A professora também apresentou evidências sobre o componente inflamatório da depressão: “A depressão tem um forte componente inflamatório que afeta a neurotransmissão no cérebro.” Doenças crônicas e dietas ricas em ultraprocessados aumentam esse risco, enquanto um estilo de vida saudável reduz marcadores inflamatórios e melhora a neuroplasticidade, impactando diretamente memória e aprendizado.

Durante a palestra, explicou ainda os estágios de mudança comportamental — pré-contemplação, contemplação, preparação, ação, manutenção e recaída —, destacando que o processo exige persistência, apoio social e reforço positivo. Sobre recaídas, foi categórica: “A recaída deve ser entendida como parte do processo”.

A professora também chamou atenção para o papel do apoio social: “A ciência recomenda que precisamos de muito apoio social para o nosso bem-estar”. Relações saudáveis, contato com a natureza e autocompaixão são fatores de proteção importantes, assim como ambientes de trabalho e escolas livres de estresse crônico e preconceito.

Por fim, reforçou que reconhecer os sintomas precocemente é essencial: “A tristeza contínua e o retraimento social são sinais importantes de que pode haver uma depressão em desenvolvimento.” E concluiu com uma mensagem inspiradora: “Cuidar da mente é também cuidar do futuro.”

💡Recomendações

A palestra foi finalizada com indicações de conteúdos que ajudam a sensibilizar o público sobre saúde mental e reduzir o estigma, entre eles os filmes 🎬 O Lado Bom da Vida, Garota Interrompida e Na Companhia do Medo.

🟠 Palestra 2: Entre o real e o virtual: como equilibrar o uso das telas? – Prof. Felix Kessler

No segundo dia, o psiquiatra e professor Felix Kessler abordou os riscos do uso excessivo de telas para a saúde mental, física e até econômica. Logo no início, destacou que “as telas invadiram nossas vidas de uma forma inexorável” e que precisamos compreender de que maneira interagimos com elas. Segundo ele, “o tempo de tela vale dinheiro; o produto somos nós mesmos”, lembrando que a lógica digital transforma a atenção humana em mercadoria.

O palestrante explicou que o problema não está na tela em si, mas na forma como é utilizada e no conteúdo consumido, recorrendo à metáfora da garrafa: assim como não podemos julgar alguém apenas por estar com uma garrafa na mão, não podemos demonizar o uso das telas sem analisar a qualidade dessa interação.

Consequências do uso excessivo

Entre as principais consequências, Kessler destacou o sedentarismo, obesidade, distúrbios do sono, perda de foco, criatividade e pensamento crítico, além da dependência tecnológica. Alertou ainda que, quando usados como calmantes para crianças, os dispositivos comprometem o aprendizado emocional:

“Se toda vez que uma criança se desregula, usa-se uma tela, perde-se a oportunidade de aprender a lidar com suas emoções”.

O professor também chamou atenção para o risco da “morte da realidade”, quando se perde a capacidade de discernir o real do virtual. Entre jovens, essa tendência pode levar a fenômenos como o hikikomori — isolamento social prolongado, já observado em países como o Japão e em crescimento no Brasil.

Além disso, enfatizou que “a falta de diversidade em experiências pode levar à perda de criatividade, algo muito caro para o futuro”, reforçando que crianças e adolescentes precisam de atividades variadas, ao ar livre e em contato humano.

Impactos sociais e econômicos

No ambiente de trabalho, Kessler associou o uso excessivo de celulares ao fenômeno do presenteísmo, em que o funcionário está fisicamente presente, mas com baixa produtividade: “Um trabalhador que deveria realizar 10 tarefas pode acabar cumprindo apenas 3 ou 4”.

Esse cenário gera custos significativos para as empresas e reduz a eficiência da economia. Outro ponto foi o desvio da capacidade produtiva dos jovens em direção a grandes empresas bilionárias, como as do setor de games e tecnologia. “Quando jovens desviam sua capacidade produtiva para empresas bilionárias, isso gera um prejuízo econômico significativo.” Como exemplo, citou a Nvidia, cujo valor de mercado já supera o PIB do Brasil, ilustrando o impacto da concentração de energia produtiva em setores digitais globais.

Inteligência artificial, realidade virtual e bem-estar digital

O professor também trouxe reflexões sobre a evolução das tecnologias e seu efeito nas emoções. Destacou que “as inteligências artificiais estão se tornando tão semelhantes aos humanos que podemos esquecer que estamos conversando com máquinas”, levantando preocupações éticas sobre autenticidade emocional e manipulação.

Sobre a realidade virtual, ressaltou seu potencial em tratamentos psiquiátricos e no treinamento de empatia, permitindo que pessoas experimentem o mundo pela perspectiva de outros. Apesar de promissora, lembrou que essa tecnologia deve complementar e não substituir os tratamentos convencionais.

O conceito de bem-estar digital também esteve em pauta, definido como a busca por saúde emocional em meio ao mundo digital. Segundo Kessler, isso inclui monitorar o tempo em frente às telas, adotar rotinas offline, priorizar atividades físicas e sociais e oferecer alternativas atraentes às crianças e adolescentes.

Estratégias para equilibrar o uso das telas

Apesar dos riscos, o professor concluiu com uma mensagem otimista, defendendo o uso equilibrado e consciente da tecnologia. Suas recomendações incluem:

  • Desenvolver pensamento crítico sobre o conteúdo consumido;

  • Criar rotinas sem telas e estabelecer limites de tempo de uso;

  • Estimular atividades físicas, ao ar livre e momentos em família;

  • Investir em conteúdos educativos e reflexivos, como palestras e documentários, em vez de apenas entretenimento digital.

Como reflexão final, Kessler destacou: “O bem-estar digital é a busca por saúde emocional em meio ao mundo digital.”

💡 Recomendações

O palestrante recomenda a busca por conteúdos que promovam um melhor equilíbrio e conhecimento no uso de telas, sugerindo documentários e séries da atualidade ou históricos que retratem a realidade ao invés de ficções distópicas que possam distorcer a percepção da vida real.

Professor Felix Kessler concluiu com uma mensagem final “Assistam a palestras com calma, pensem sobre calma sobre tudo o que a gente conversou, leiam livros e outras palestras sobre o futurismo no campo da saúde mental no YouTube, pois temos acesso a cientistas e filósofos de altíssimo nível com conteúdo de altíssima qualidade para assistir de maneira gratuita e com os filhos para agregar conhecimento”.

 

🟠 Palestra 3: Saúde mental em foco: entre a prevenção e o cuidado contínuo – Profª. Clarissa Gama

Na terceira palestra, a professora Clarissa Gama trouxe o tema “Saúde mental em foco: entre a prevenção e o cuidado contínuo”, reforçando que “saúde mental é um pilar essencial para o bem-estar emocional, físico e social”.

Ela explicou que saúde mental e doença mental são conceitos distintos, ainda que interligados. Enquanto todos podem enfrentar desafios emocionais no cotidiano, as doenças mentais — como depressão e ansiedade — são diagnósticos específicos que exigem acompanhamento profissional. “Depressão é uma das doenças mais prevalentes, afetando uma em cada quatro a cinco pessoas ao longo da vida.”

Entre os destaques da palestra:

  • Emoções negativas fazem parte da vida. “Todos experimentam emoções negativas; o importante é como lidamos com elas.”

  • Tristeza não é depressão. A depressão envolve sintomas persistentes por pelo menos duas semanas.

  • Impacto econômico expressivo. “O impacto econômico dos transtornos mentais é estimado em 1 trilhão de dólares por ano.”

  • Demora na busca de ajuda. “O tempo médio até uma pessoa buscar ajuda após perceber que está deprimida é de 39 meses, o que é exorbitante.”

  • Fatores protetores. Apoio social, espiritualidade, sono adequado, boa alimentação e atividade física ajudam a preservar a saúde mental.

  • Estressores coletivos. As enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul afetaram a saúde mental da população, ampliando sintomas de ansiedade e estresse.

  • Práticas baseadas em evidências. “Não se trata apenas de ‘o que eu acho’, mas da prática baseada em evidência.” Intervenções como mindfulness, yoga e meditação podem ser complementares ao tratamento clínico.

  • Família como rede de apoio. “A família e amigos devem ser proativos em oferecer apoio àqueles que apresentam sinais de depressão.”

  • Estratégias práticas contra o estresse. Técnicas simples como respiração profunda ou “contar até 10” ajudam a evitar reações impulsivas.

Profª. Clarissa destacou a importância da alfabetização em saúde mental, sobretudo entre os jovens, para prevenir estigmas e favorecer diagnósticos precoces. Também recomendou práticas diárias como:

  • Manter alimentação equilibrada;

  • Priorizar higiene do sono;

  • Praticar atividade física regular;

  • Valorizar redes de apoio social.

A professora reforlou que cuidar da mente é também cuidar do corpo e do futuro, defendendo o autoconhecimento e a aceitação das emoções. Como mensagem final, deixou a reflexão: “Respeite sua vontade e respeite os outros.”

Encerrando sua fala, a professora reforçou que cuidar da saúde mental é inseparável do cuidado com a saúde física e com a vida em sociedade.

💡Recomendações

Destacou a série📺 “Os Cintos Não Cairão Automaticamente”, que aborda a evolução da saúde pública no Brasil e os primeiros casos de HIV no país, como exemplo de produção que ajuda a refletir sobre os desafios da saúde coletiva e mental.

 

🟠 Palestra 4: Burnout hoje: o que sabemos e como podemos lidar com ele – Profª. Ana Vazquez

Encerrando a programação, a professora Ana Vazquez, pesquisadora em Saúde Coletiva, conduziu a palestra “Burnout hoje: o que sabemos e como podemos lidar com ele”. Logo na introdução, destacou que “o burnout é um fenômeno real associado ao trabalho, e não apenas ao estresse extremo”.

Profª. Ana ressaltou que o burnout não é um simples cansaço passageiro, mas um estado crônico de desgaste emocional, físico e cognitivo, que afeta a produtividade, as relações sociais e a qualidade de vida. Segundo ela, cerca de 30% dos trabalhadores já apresentam sinais de burnout, e o problema foi oficialmente reconhecido no Brasil em 2024 como um risco psicossocial ocupacional.

Principais pontos da palestra:

  • Definição de trabalho saudável: “O trabalho saudável é aquele que envolve prazer, realização e a renovação da energia que a gente usa para a nossa vida.”

  • Diferença entre burnout, estresse e depressão: enquanto o estresse é uma resposta temporária, o burnout é prolongado e ligado diretamente ao contexto de trabalho.

  • Sintomas iniciais do burnout: exaustão mental significativa, prejuízo cognitivo, aumento da irritabilidade e perda de interesse no trabalho.

  • Mecanismos de defesa: o distanciamento mental pode surgir como estratégia, mas leva ao isolamento e não resolve a causa do sofrimento.

  • Impacto social e global: crises como pandemia, enchentes e guerras intensificam o estresse e aumentam a incidência de transtornos mentais.

  • Dados alarmantes: o suicídio é a principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos; no Brasil, os transtornos mentais são a terceira principal causa de afastamento do trabalho, com 64% dos casos em mulheres.

  • Síndrome do impostor e perfeccionismo: fatores que afetam especialmente mulheres, aumentando a vulnerabilidade ao burnout.

  • Fatores preditores organizacionais: falta de suporte social, baixa autonomia, sobrecarga de trabalho e ambientes tóxicos.

  • Consequências físicas e mentais: riscos cardiovasculares, doenças crônicas, ansiedade, depressão e altos custos para as empresas.

Estratégias de prevenção e enfrentamento

  • Diagnósticos organizacionais: mapear riscos e implementar ações preventivas; empresas que adotaram esse modelo reduziram os índices de burnout de 12% para 7% em dois anos.

  • Cultura organizacional positiva: ambientes que valorizam a compaixão, a escuta ativa e o feedback ajudam a proteger a saúde mental.

  • Autoconhecimento e resiliência: “Saber as suas limitações e fazer escolhas a partir daí.”

  • Descanso real: “Descanso é muito mais do que uma simples pausa; envolve saber recarregar as energias de maneira eficaz.”

  • Conexão autêntica: “Conexão autêntica e compaixão fazem a diferença para diversas situações nossas.”

  • Estratégias pessoais: praticar autocuidado, manter vida equilibrada, desligar-se das telas e buscar momentos significativos.

Profª. Ana reforçou que o burnout é um fenômeno organizacional, mas pode ser enfrentado com ações combinadas entre indivíduo e empresa.

Encerrando, deixou um convite à reflexão: “Se desconecte para fazer coisas que dão sentido e não esvaziem a sua vida.”

💡 Recomendações

Além de recomendações de leituras e documentários que inspiram reflexão sobre propósito, bem-estar e compaixão ao longo da palestra, recomendou os livros 📚 “Exclusão e abraço: Uma reflexão teológica sobre identidade, alteridade e reconciliação” (Mirolsav Volf) e “Uma Vida com Propósitos: Para que Estou na Terra?” (Rick Warren).

 

FundMed reforça compromisso com a saúde mental

A 2ª Semana da Saúde Mental da FundMed foi marcada por debates profundos sobre depressão, uso de tecnologia, prevenção, autocuidado e burnout, reunindo especialistas e colaboradores em torno de um tema que exige atenção cada vez maior da sociedade.

Na abertura do evento, o presidente da FundMed, professor Ricardo Xavier, destacou que “a saúde mental é um dos grandes problemas da humanidade, e essa incidência está aumentando”, reforçando a necessidade de abordagens contínuas, sem estigmas e pautadas pela ciência.

Com a realização desta segunda edição, a FundMed reafirma seu compromisso em investir em conhecimento, prevenção e estratégias coletivas para a promoção da saúde mental e para o fortalecimento de um ambiente institucional que valoriza o cuidado com as pessoas.

Durante todo o evento, a FundMed destacou sua parceria com iniciativas de apoio à vida, como o Centro de Valorização da Vida (CVV), que oferece apoio emocional gratuito e voluntário pelo número 188, além de incentivar a doação de sangue como gesto de solidariedade e cuidado coletivo. Essas ações reforçam o propósito da instituição de gerar impacto positivo para a sociedade e promover saúde integral.

A mensagem que guiou a semana foi clara: “Cuidar da mente é também cuidar do futuro”.


FAQ – Perguntas Frequentes

Exercício ajuda depressão?
Sim. Em muitos casos leves a moderados, o exercício regular tem efeito comparável a medicamentos e potencializa qualquer tratamento em andamento. Atividades aeróbicas (como caminhada e corrida) e treinos de força contribuem para reduzir sintomas depressivos.

Quanto de sono preciso priorizar?
Mais importante do que a quantidade é a regularidade. Ter horários consistentes para dormir e acordar, junto com uma boa higiene do sono, reduz o risco de recaídas e melhora a disposição diária.

Alimentação faz diferença?
Sim. Dietas equilibradas, como a dieta mediterrânea, rica em frutas, legumes, grãos integrais e peixes, ajudam a reduzir inflamações e dar suporte ao tratamento da depressão e ansiedade.

E se eu “falhar” na rotina?
Recaídas fazem parte do processo. O importante é replanejar os gatilhos, celebrar pequenas vitórias e retomar os hábitos com apoio social e profissional.

Como identificar a diferença entre tristeza e depressão?
A tristeza é passageira e ligada a situações específicas. Já a depressão é persistente, dura pelo menos duas semanas e afeta significativamente a rotina, a energia e o prazer em atividades antes prazerosas.

Burnout é o mesmo que estresse?
Não. O estresse pode ser pontual e passageiro; o burnout é um estado crônico, ligado ao contexto de trabalho, caracterizado por exaustão, distanciamento emocional e queda de desempenho.

O que posso fazer para apoiar alguém em sofrimento emocional?
Ouça sem julgamentos, incentive a buscar ajuda profissional e lembre que recursos como o CVV (188) estão disponíveis para acolhimento imediato. Em casos de risco iminente, procure atendimento médico de urgência.

Como equilibrar o uso de telas no dia a dia?
Defina limites de tempo, faça pausas regulares, priorize momentos ao ar livre e dê preferência a conteúdos educativos e reflexivos. Estimule crianças e adolescentes a participarem de atividades offline que favoreçam criatividade e convivência.

O que fazer para prevenir recaídas em saúde mental?

  • Mantenha uma rotina organizada de sono, alimentação e exercícios;

  • Evite automedicação e o excesso de cafeína/estimulantes;

  • Estabeleça uma rede de apoio social e familiar;

  • Busque acompanhamento profissional contínuo, mesmo em fases de estabilidade.

 

Programação especial para colaboradores

Além da programação aberta ao público, a FundMed organizou atividades exclusivas para seus colaboradores durante a 2ª Semana da Saúde Mental, reforçando o compromisso da instituição com o bem-estar integral de sua equipe.

As iniciativas buscaram proporcionar momentos de reflexão, aprendizado e práticas de autocuidado, com temas conduzidos por especialistas convidados:

💭 Olhar para dentro: autoconhecimento como cuidado com a mente
Com Luciana Andrade, psicóloga, pós-graduada em Terapia Sistêmica Familiar, pesquisadora no HCPA (projeto Conexões do Futuro) e atuante em atendimento clínico.

💳 Saúde integral: mente, corpo e finanças
Com Patricia Azevedo, administradora e educadora financeira na Unicred, com mais de 15 anos de experiência em educação financeira e bem-estar econômico.

🤝 Quem cuida também precisa de cuidado: saúde mental em foco
Com Daniela Lontra, psicóloga, especialista em Psicologia Perinatal e da Parentalidade, com mais de 25 anos de experiência em gestão de pessoas, capacitação e clínica psicoterápica.

💆 Quick massage
Momento de pausa e relaxamento para aliviar as tensões do dia a dia.

 

Participação direta dos colaboradores

Um dos pontos altos foi ver nossos próprios colaboradores atuando como cerimonialistas e moderadores durante as palestras ao vivo. 🥰 Muitos superaram o medo de falar em público e mostraram que somos uma instituição feita de pessoas para pessoas. Todos que aceitaram esse desafio receberam certificados especiais como moderadores e cerimonialistas.

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